
A botânica da alma.

O rio me dá vontade de ficar, de flutuar devagar e ver onde tudo vai dar. Me lembra que é possível me mover sem pressa, mudar sem muito ruído, me abrir sem se me armar.
natália pompeu • A botânica da alma.
Saber lembrar de valorizar a vida orgânica me parece mais complexo do que só valorizar. Por isso, me culpo quando me dou conta de que me encontro repetidamente nesse estado meio zumbi de deixar de lado a gratidão pela natureza da vida e das coisas todas.
Pra estar mais viva: lembrar de amar.
Pra estar mais viva: lembrar de amar.
natália pompeu • A botânica da alma.
o quanto cozinhar o meu próprio almoço me alimenta mais do que só a barriga.