social media
we’re evolved monkeys living in a spinning rock in a corner of the universe, it’s really not that deep.
your anti-booktok anti-modern-readers essays are wrong and you’re an insufferable bore
their value is in the eye of the beholder.
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you’re not better than anyone else babes. let’s not pretend you didn’t get your sylvia plath recommendations from the internet as well. reading only classics doesn’t make you erudite. reading “my year of rest and relaxation” doesn’t make you deep. it makes you chronically online, just like the rest of us. so let’s drop the facade.
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but when it comes to insidious misogyny and classism boiling under the surface? you best believe i’m gonna call out your intellectual-pick-me shit.
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o problema é que se tem focado tanto na performance, na entrega e no resultado para se compartilhar nas redes sociais, que as pessoas esquecem dos reais objetivo. da construção da personalidade. do senso crítico. e às vezes, de si mesmos.
é kafka, quem não performa, some
se você não tem uma rotina perfeita e estética, não merece ser acompanhado. ser real, hoje, é quase um erro de imagem.
é kafka, quem não performa, some
E aqui vai um mini lembrete para quem precisa ouvir: só porque está levando tempo demais, não significa que não está acontecendo. Numa era onde tudo se resolve em 15 segundos de vídeo, a gente esquece o quanto as coisas realmente levam tempo para acontecer e como o esforço sempre vale a pena.
a paralisia em querer fazer tudo e nada ao mesmo tempo
Quanto mais você mergulha nos seus próprios projetos, menos vontade você tem de escapar pra vida dos outros.
9 projetos que estou tocando e me fazem esquecer que tenho um celular
Eu sempre gostei de criar. Mas por muito tempo, isso virou sinônimo de “postar”.
Criava pensando no Instagram. No algoritmo. No alcance. E, sem perceber, comecei a criar pra agradar os outros e não pra me ouvir.
Criava pensando no Instagram. No algoritmo. No alcance. E, sem perceber, comecei a criar pra agradar os outros e não pra me ouvir.